Sabrina Custódia conquista prata no Mundial de ciclismo de pista e mantém Brasil no pódio
Sabrina Custódia conquistou a prata no Mundial de ciclismo de pista, mantendo o Brasil no pódio e reforçando a ascensão da atleta no cenário internacional. Depois de coroar o ouro e quebrar o recorde mundial no contrarrelógio de 1 quilômetro da classe WC2, a paulista de São José dos Campos prova que não é apenas uma atleta de elite, mas uma verdadeira referência para as gerações de ciclistas paralímpicos brasileiros.
Principais Desenvolvimentos
No velódromo do Rio de Janeiro, a última manhã de competições do Mundial de 2025 movimentou bastantes medalhas para a seleção brasileira. Sabrina Custódia, com seu impressionante desempenho no contrarrelógio de 1 km, entrou de cabeça na prova de velocidade da classe C2, onde contou com a vantagem da experiência adquirida na edição passada do evento em 2024. Ela enfrentou a suíça Flurina Rigling, que levava o ouro nesta rodada.
- Resultado de Sabrina: Prata na velocidade de 1 km (classe C2), com tempo de 55,32 segundos, apenas 0,12 segundos atrás do ouro.
- Odor de recordes: Apesar de não ter batido mais nenhum recorde mundial nesta prova, a atleta manteve o ritmo de elite, sendo a segunda atleta no ranking mundial para a distância.
- Histórico no Mundial: 2024 – Ouro de Sabrina no contrarrelógio WC2 e bronze na 1 km Class C1 para Victoria Barbosa; 2025 – Ouro e recorde mundial de Sabrina em WC2 + prata em C2.
- Suprimento de prêmios para o Brasil: Até agora, sete medalhas (1 ouro, 5 pratas, 1 bronze) foram conquistadas nos três primeiros dias de disputas.
- Outras performances notáveis: Victoria Barbosa manteve a prata na 1 km contrarrelógio da classe C1 / Tahlia Clayton‑Goodie surpa recorde mundial com 1min25s366.
“Foi uma final muito disputada [contra a suíça Flurina Rigling, que ficou com o ouro]. Saio feliz com mais uma medalha, porque sei o quanto essa sequência de resultados representa para o nosso time e para minha carreira. Estar no pódio de novo, diante da torcida, é uma sensação indescritível”, disse a atleta em entrevista pós‑prova, evidenciando a mentalidade vencedora que a faz destacar no cenário global.
Para o Comitê Paralímpico Brasileiro e a Confederação Brasileira de Ciclismo, cada métrica, cada condição de combate e cada gota de suor investido se cumulam na consolidação de um programa de alto desempenho. “Essa medalha representa todo o esforço da equipe e o apoio que recebemos da Confederação Brasileira de Ciclismo e do Comitê Paralímpico Brasileiro”, completou Victoria Barbosa, que também se desenrolou sob a luz de um futuro promissor para o Brasil no ciclismo paralímpico.
O que vem a seguir
O Mundial de 2025 ainda contará com mais quatro dias de intensa competição, encerrando tudo no 23 de outubro. As atletas que competiram hoje entre elas – Sabrina Custódia, Victoria Barbosa e outras quatro competidoras do Brasil – têm a oportunidade de consolidar rankings internacionais que farão parte dos critérios de classificação para a próxima edição dos Jogos Paralis de Paris, em 2027.
Os próximos desafios incluem:
- Avaliação de Rankings: O Ciclismo Paralímpico mantém um sistema de pontos acumulados em competições internacionais. A prata de Sabrina já somou um valor significativo para a ficha de classificação mundial, colocando-a à vista para até 45 pontos após as próximas duas competições de 2025.
- Preparação para a Copa do Mundo de 2026: Em 2026, o evento será sediado em Lausanne, na Suíça, e se tornará mais um marcos de seleção para Paris 2027. Os ciclos de treinamento para o próximo Ano serão cruciais, exigindo períodos de carga mais altas seguidas de períodos de recuperação.
- Investimentos em Propr. Tecnologia e Treinamento: A alavanca tecnologica vai se intensificar com novos sistemas de carga aerodinâmica, mapeamento de vibrações nas bicicletas, e monitoramento de sinais vitais em tempo real.
- Engajamento de Patrocinadores e Governo: O relato de resultados olímpicos do país está em ascensão, reforçando o perfil de investimento de patrocinadores privados e do governo federal na folha de atleta, fundamental para a continuidade segura das carreiras.
Para as atletas que participam de segunda língua estrangeira, é vital manter a fluência e se adaptar rapidamente à dinâmica de competição que requer compreensão de textos registos, lances de imprensa e diretivas do regulamento da Union Cycliste Internationale (UCI). Participar de seminários em inglês e alemão que frequentemente ocorrem antes de cada série de provas seria prudente.
O caso de Sabrina Custódia prova que o talento, o profissionalismo e o apoio institucional podem produzir resultados brilhantes e consistentes. A resistência que ela demonstra permanece como estímulo às futuras gerações de ciclistas paralímpicos brasileiros que marcam o nome de seu país no pódio internacional.
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