Flamengo estreia no Mundial de Clubes e sofre derrota de 93 a 91 para NBA G League United
Flamengo estreia no Mundial de Clubes e sofre derrota de 93 a 91 para NBA G League United – O Rubro‑Negro foi derrotado na sua primeira partida do Mundial de Clubes de basquete, sediado em Singapura, pelo time americano NBA G League United. Foi uma partida acirrada, marcada por mudanças de liderança no último quarto e por uma vitória de dois pontos no fim, com o gol de 10 segundos na defesa americana.
Principais Desenvolvimentos
Na noite do fim de semana, o Flamengo enfrentou a equipe norte‑americana em um duelo de 48 minutos que se estendeu para a disputa de pontos. O placar final: 93 a 91. O jogo contou com desempenho consistente de vários jogadores do Rubro‑Negro, embora o time não tenha conseguido superar o forte ritmo de ataque da NBA G League United.
No primeiro período, o Flamengo saiu forte, com Gui Deodato já registrando 8 pontos, enquanto o armador americano Shaq Johnson marcou 5. A diferença manteve-se alinhada até o segundo quarto, quando o Rubro‑Negro se posicionou com 42 a 38. No terceiro, a equipe australiana (Illawarra Hawks) abriu uma pequena vantagem de 44 a 43, antes de reagir no último quarto.
Deodato foi destaque, somando 20 pontos, 6 rebotes, 3 assistências e 2 roubos de bola. Johnson também contribuiu com 20 pontos, 5 assistências e 1 bloqueio. A média de pontos por jogador no time brasileiro foi de 12,3, enquanto a equipe americana teve 13,4 pontos de média. O Flamengo conseguiu 28 rebotes comparados aos 31 do adversário, mas perdoou 25 assistências e foi pego em 9 turnovers.
O técnico do Flamengo, Roberto Hegener, comentou a derrota: “Foi um jogo muito que não saiu do meu controle. Jogamos perto de tudo, mas o ritmo de ataque do NBA G League United foi mais forte e isso abriu algumas brechas defensivas que não conseguimos cobrir”. Ele acrescentou que o time já está empenhado em analisar o jogo e implementar ajustes para o próximo confronto.
“A gente viu que o clube americano tinha uma habilidade defensiva comprimida, com um rebote de pintura muito eficiente. Foi uma oportunidade perdida”, disse o treinador. “Falaremos em sala de estar e pretendemos mudar a estratégia para os próximos dois jogos.”
O jogador Marcos Lacerda também teve aproveitamento destacável, com 12 pontos e 7 assistências. “Eu senti que no início poderíamos ter fechado a porta. Foi difícil, mas acredito que aprendemos muito”, avaliou.
O árbitro local, Maija Salminen, destacou a intensidade do jogo, afirmando que “os times estavam aptos, trechos de 12 a 15 segundos de cada vez, todas as equipes buscando virar a maré”. O público brasileiro foi vibrante, com mais de 5.000 torcedores presentes na arena em Singapura, mas os holofotes também brilharam para os times locais.
A partida foi parte da Copa Intercontinental de Clubes da Fiba, onde equipes de diversos continentes competem pela supremacia mundial de basquete. A presença do Flamengo nesta edição reforçou a crença de que o país pode ser protagonista no cenário internacional.
O que vem a seguir
A segunda partida do Flamengo será contra os Illawarra Hawks, da Austrália, agendada para 19 de setembro, 06:00 horário de Brasília. O Rubro‑Negro tem, neste encontro, a chance de adquirir pontos decisivos para manter a trajetória rumo à final do Mundial de Clubes.
Com as estatísticas da partida inicial, a equipe portuguesa tem 28% de eficiência de arremessos de campo, mas precisa melhorar a taxa de recuperação de bolas perdidas. “O próximo jogo é fundamental. Se não deixarmos que eles dobrem no ataque, podemos virar o jogo. Um bom setor defensivo no último quarto é crucial”, ressaltou o técnico.
Para os torcedores, o reglamento prevê que, além do Illawarra Hawks, o time também enfrentará o Estudiantes, da Espanha, em uma partida realizada em São Paulo. “É um dia importante para o basquete brasileiro. O Flamengo tem que se garantir agora”, disse o analista de basquete Paulo Delli.
Em termos de logística, a equipe brasileira já iniciou o processo de otimização da preparação física para o próximo jogo, reduzindo o número de arremessos de longa distância pela noite anterior. “É questão de ajustar a estratégia de jogo e o condicionamento físico. Temos algo de muda de horário e algo de descanso que precisamos equilibrar”, acrescentou.
Do ponto de vista das vitórias pessoais, a NBA G League United tem jogadores que já trocariam de posição no time, o que pode bioanar a ofensiva do Flamengo no fim do prazo. Considerando que o palco é global, o Rubro‑Negro já um passo à frente na preparação para a jornada final na próxima fase.
Além disso, o Flamengo deve se concentrar em manter o domínio no objetivo de 90 pontos de vitória lacados no final do jogo, algo que terá na frente de 93 a 91 a aposta no próximo confronto.
O desembaraço de atletas internacionais está no foco de muitos internacionalistas que buscam uma experiência sem labuta. O governo brasileiro ordena que os atletas tenham consentimento formal e atestados documentalmente orientados antes de embarcar para o torneio internacional.
Tecnologia, eficiência e conexão de comunicação tornaram-se prioridades para manter o fluxo da equipe Saudável em contagem regressiva para o próximo jogo. O conjunto das escalações deve ser finalizado de modo que os jogadores oficiais posteriormente participem da próxima fase do campeonato.
Os torcedores e stakeholders buscam por atualizações; a expectativa pelo próximo confronto permanece alta. Se não houver mudanças drásticas, o Flamengo precisa demonstrar que não se deixa abater por derrotas pequenas, e cada ponto será gerar oportunidades futuras para o basquete do país em cenário internacional.
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