Brasil perde para Itália nos pênaltis e fica na 4ª posição do Mundial Sub-17 de Doha
No dia 27 de novembro, na arena Aspire Zone em Doha, a seleção brasileira da categoria Sub-17 ficou em quarto lugar no Mundial Sub-17 2025 após perder para a Itália na disputa de pênaltis, numa final de bronze marcada por nervosismo e igualdade em razão da expulsão precoce de um jogador.
Principais Desenvolvimentos
O empate de 0 a 0 no tempo regulamentar seguiu depois de o árbitro mandar expulsar o zagueiro João Pedro, aos 12 minutos, pela segunda infração no mesmo intervalo. O Brasil, então, precisou recorrer a pênaltis para decidir a medalha de bronze contra a Itália.
Na sequência de cobranças: primeiro o português Luís Pacheco zagueira a longa disparada na esquerda, seguido de um rótulo nervoso de Eduardo, que a Itália parou com duas defesas de Longoni. No lado italiano, André Luongo tentou uma posse de bola que acabou em falha; João Pedro acabou precisando encobre a cobrança do brasileiro que conduziu a bola em falta.
A final do pênalti de isolamento foi realizada com o time italiano, que marcou 4 a 2, premiando a seleção campeã da Itália Sub-17 2025. A vitória garantiu ao país a posse do bronze, enquanto Portugal, que já havia assegurado o primeiro lugar após vencer a Áustria na final, ficou no pódio.
Este resultado encerra o Mundial Sub-17 2025 na quarta posição para o Brasil Sub-17 Mundial 2025, mantendo o histórico de quatro títulos anteriores – 1997, 1999, 2003 e 2019 – mas deixando um espaço para repensar a preparação de futuras seleções.
- 5 vitórias e 3 empates em 10 jogos (incluindo um empate por pênaltis) no torneio.
- 4 jogos decisivos em que o Brasil resiliência, eliminando Paraguai e França antes de perder para Portugal na semifinal.
- Participação do técnico Carlos Eduardo Patetuci, que teve de lidar com a altura da equipe e a surpresa nas cobranças de pênaltis.
- A expulsão de João Pedro foi motivada por agressividade em cima do atacante italiano; o jogador recebeu amarelo segundo a partida, resultando em desfalque imediato.
- Política de saída: a Itália, com 5 pontos acumulados na fase de grupos, qualifica-se para o cenário de 2025 mundial para categorias de Sub-20.
Para além do tema esportivo, o mundial foi palco de uma contagem de 48 seleções, inaugurando uma nova fase para o currículo de atletas menores, oferecendo também o expectante público estudantil a oportunidade de testemunhar talentos que se consolidaram no cenário internacional.
O que vem a seguir
O que acontece agora depende em grande medida dos ajustes técnicos e de base que a Federação Brasileira planeja implementar. A CBF já emitiu comunicado de que inicia o processo de revisão do corpo técnico da seleção Sub-17 e busca reforçar o esquema defensivo que sofreu pressão nas fases de pênaltis.
Em termos mais amplos, o próximo grande marco para a equipe mineira é a passagem de escala em decisões em 2026. O quarto lugar na última edição abre caminho para o Brasil manter o padrão de excelência em competições de menor idade, mas, ao mesmo tempo, sinaliza a necessidade de inovação nas estratégias de jogo e mentalidade de enfrentamento de cenários decisivos.
Para estudantes internacionais que desejam acompanhar esportes de alta competitividade ou buscam oportunidades de intercâmbio esportivo e acadêmico, esta fase destaca três pontos relevantes:
- Passagem de vistorias de visto: Os alunos que participam de estágios ou programas de treinamento com equipes esportivas no Qatar precisarão solicitar vistos de negócios ou de estudante. É recomendável iniciar o pedido entre 3 a 6 meses antes da data prevista de viagem, pois o processo implica análise documental detalhada.
- Adaptação cultural e climática: O calor intenso do Qatar durante o período de pregões pode afetar tanto atletas quanto estudantes. Programas de orientação, oferecidos por universidades parceiras, serão cruciais para garantir a saúde e bem-estar dos futuros visitantes.
- Oportunidades de networking: Competições mundiais como o Sub-17 2025 propõem conexões com equipes de treinamento nas zonas de elite e com agências de representação esportiva. Este é um campo promissor para que estudantes com currículo esportivo explorem oportunidades de carreira em clubes e na academia.
Além disso, as tendências emergentes em gestão de torcedores e marketing de esportes globais apontam um possível aumento de patrocinadores interessados em associar suas marcas a equipes emergentes. A localização do torneio em Doha expõe o Brasil e demais torcidas a um público global crescente, proporcionando um cenário fértil para ousadas campanhas de inovação esportiva.
Conclusão
O término do Mundial Sub-17 2025 em Doha trouxe ao Brasil uma mistura de orgulho – por não ter perdido em 90 minutos – e de lições para a próxima iteração do formato mundial. A expulsão cedo, a pressão na disputa de pênaltis e a vitória da Itália apontam para um set de investigações internas que serão fundamentais na construção de uma futura seleção ainda mais resiliente.
Para os estudantes voltados ao turismo esportivo e a intercâmbios internacionais, o evento mostrou afluências de tendências no cenário de barganhas, na adaptação climática e na construção de redes de contato global.
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